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Sodalício de Ouro Preto elege Prior e mesa diretora

O Sodalício da Ordem Terceira do Carmo de Ouro Preto (MG) teve eleição de sua nova mesa administrativa no último domingo 25, com a presença do Prior Provincial, Frei Evaldo Xavier, O.Carm.

A eleição aconteceu logo após a missa das 8h30. Foram eleitos: para Prior, Gustavo Luís Ferreira Pedro; para conselheiros, Lúcia da Silva, Dalva Alves Gondim e Carlos Alberto Pereira. A nova mesa diretora exercerá sua missão no período de 2019 a 2021.

O Prior eleito do Sodalício de Ouro Preto, Gustavo Luís, e o Prior Provincial Frei Evaldo Xavier, O.Carm.

O prior eleito, é natural da cidade Ouro Preto (MG), solteiro, tem 34 anos de idade, é irmão professo há 5 anos, e trabalha no Colégio Sinapse de Ouro Preto.  solteiro  ficara em seu priorado por ter anos que será 2019 a 2021

“Agradeço primeiramente a Maria por esta oportunidade de comandar uma instituição de nome renomado e a pessoa a cada um de vocês. Peço que orem por nós  de Ouro Preto, pois não será fácil nossa missão, mais com fé e esperança na Virgem do Carmo teremos o sucesso que precisamos. Agradeço ao Frei Evaldo Xavier, Prior Provincial, pela sua presença, e peço as orações de cada para que alcancemos a nossa meta para estes três anos de priorado e possamos também trazer mais jovens para nossa Ordem”, declarou Gustavo Luís.

Parabenizamos os eleitos e pedimos a todos os irmãos e amigos da Ordem do Carmo orações por essa bela e importante missão que eles assumem na Ordem Terceira do Carmo.

História

A Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo de Ouro Preto foi fundada em 1753. Sua primeira reunião realizou-se na Capela de Santa Quitéria, na freguesia de Nossa Senhora do Pilar, no dia 4 de dezembro. De início, suas atividades eram coordenadas na capela desta corporação, que se encontrava em ruínas. Não demorou muito até que as irmandades entrassem em um acordo e a Ordem incorporasse a irmandade de Santa Quitéria.

O início da construção de seu templo se deu em 1767. O douramento dos altares laterais, os dois púlpitos e o douramento do frontão do corpo da Igreja pertencem a Manoel da Costa Ataíde. As obras foram concluídas por volta de 1840.[1]

[1] MENEZES, Joaquim Furtado de. Igrejas e Irmandades de Ouro Preto. Belo Horizonte: IEPHA/MG, 1975. p.63